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sábado, 20 de novembro de 2010

Filme bom eu indico: RED – Aposentados e Perigosos

O filme é caracterizado como Ação, entretanto traz uma boa dose de comédia, o que talvez tenha sustentado um pouco o roteiro, cuja idéia foi ótima. Melhor ainda foi o elenco, mas devo confessar que nem por isso tornou-se "aquele" filme de ação.

Dirigido pelo alemão Robert Schwentke ("Salve sua pele"e "Plano de vôo"), "RED – Aposentados e Perigosos" ("RED", cuja sigla significa Retired Extremely Dangerous) tem um elenco de peso, nada mais e nada menos que nomes como Bruce Willis (acho ele TUUUUUUDO DE BOM!), Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren e Mary-Louise Parker.

Já por aí a expectativa cresce, não é mesmo? É aí que pode gerar uma certa frustração de alguns fãs do gênero. No meu caso, que sou fã da sétima arte, gosto de trafegar entre todos os gêneros, salvo exceção que é o filme de terror, gostei de "RED – Aposentados e Perigosos".

Foi uma boa diversão assistir ao filme que traz Malkovich como o hilário Marvin, o papel lhe caiu bem. Bruce Willis na pele de Frank Moses, como sempre empunha aquelas armas com muita categoria, o que lhe é peculiar. Já Morgan Freeman no papel do aposentado Joe, achei que teve uma interpretação inexpressiva. Agora gostei de Karl Urban, no papel do agente Cooper, excelente participação.

A estória é a seguinte, Frank Moses (Bruce Willis) assim como Joe (Morgan Freeman), Marvin (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), agora aposentados, eram considerados os melhores agentes da CIA. Moses, passa a ter um envolvimento sentimental pelo telefone com Sarah (Mary-Louise Parker), que trabalha na companhia que paga o salário dos aposentados. A partir daí, Moses se vê sob a mira de atiradores profissionais. Sem entender as razões, busca ajuda de seus ex-colegas de trabalho e juntos tentam descobrir porque está sendo caçado.

Veja o trailler:

Enfim, o filme como a grande maioria do gênero, tem umas coisas muito fora da realidade, mas quer saber? Essa nossa realidade anda tão terrível que é melhor curtir os exageros apresentados nestes filmes comerciais, pelo menos a gente espairece o cabeção e esquece um pouquinho dos problemas.

Vale a pena ver, ainda deve estar em cartaz nos cinemas. Se for, volte aqui para e contar o que achou.

Beijin

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Filme bom eu indico: Cartas para Julieta

Já tem uns bons dias que assisti a este filme, entretanto não foi possível comentá-lo quando ainda estava em exibição nos cinemas, pelo menos nos daqui de São Paulo.

Agradeço ao caro amigo Dante Juliane pelos convites.

"Cartas para Julieta" (Letters to Juliet), dirigido por Gary Winick, é um filme com pretensão, em meu ponto de vista, de ser um "senhor" romance, mas se em algum momento houve alguma, acho que não conseguiu muito bem o objetivo.

Puxa, você deve estar aí se perguntando, caramba, se é assim, por que a seção "Filme bom eu indico? Primeiro, eu não disse que o filme é ruim, segundo, resolvi comentar o filme porque é uma grande oportunidade para mudar o nome desta seção "Filme bom eu indico" pois quem sou eu para definir se o filme é bom ou ruim, se isso depende do ponto de vista de cada um?

Pois é, tenho que dar a mão a palmatória e corrigir isso, pois, bom para mim pode não ser bom para você. Então sendo assim, mudemos e voltemos ao filme.

"Cartas para Julieta" como disse, poderia ter se tornado um grande romance mas tornou-se apenas um delicioso filme estilo "sessão da tarde".

Protagonizado pela novata atriz Amanda Seyfried, que vive a Sophia, juntamente com Gael García Bernal, que faz o papel de seu noivo Victor, o filme foi rodado na bela Verona, a mais romântica das cidades italianas. A mesma que foi palco da famosa história de amor impossível, "Romeu e Julieta". Conta também com os veteranos Vanessa Redgrave (Claire) e Franco Nero (Lorenzo).

O casal de noivos resolve passar a lua de mel antecipada, em Verona. Ele, preparando-se para abrir o seu restaurante, aproveita a viagem para visitar alguns fornecedores italianos, e ela acaba fazendo os passeios turísticos sozinha. É aí que descobre a casa da Julieta, em cujo muro, as turístas deixam cartas para Julieta, contando suas histórias de amor. Sophia então descobre um grupo de mulheres que recolhem diariamente as cartas do muro e respondem a cada uma delas. Impressionada, acaba ajudando a este grupo de voluntárias a responder as cartas. Encontra então uma carta de cinquenta anos atras, enfiada em um buraco do muro, e embora tenha se passado tanto tempo, resolve responder à carta.

Partindo daí, a história se desenrola e nos trás o melhor do filme: uma fotografia belíssima! Você acaba viajando por aquele cenário de sonho e passa a se envolver com a história.
Ao final temos um filme leve, uma história que estimula a sua imaginação e o desejo intenso de pegar o carro e rodar naquelas estradinhas charmosas, paisagens lindas da região da Toscana. Um sonho, simplesmente TUUUUUUDO DE BOM!

Ah, adorei a interpretação de Gael, ele proporciona momentos hilariantes.

Recomendo o filme para quem quer se desligar, viajar sem se preocupar se o filme é bom ou ruim. Naquele dia em que o vi, saí do cinema sem uma idéia formada sobre o que achei do filme, mas em compensação, senti que saí com a mente descansada, relaxada e sonhando em conhecer aquela parte da Itália.

Se assistí-lo, venha me contar o que achou.

A respeito desta seção, daqui para frente será "Filme que eu vi", o que você acha? Tem outra sugestão?

Beijin

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Filme bom eu indico!

Seguindo a indicação de uma de minhas leitoras e também cunhada, fui assistir ao filme "Um sonho possível" (The blind side) com a Sandra Bullock.

Inspirado em uma história real "Um Sonho Possível" é dirigido por John Lee Hancock (O Álamo), que também escreveu o roteiro a partir do livro The Blind Side: Evolution of a Game, de Michael Lewis.

Sandra Bullock está com um look super diferente, loiraça e está ótima no papel que aliás, lhe conferiu o Oscar de melhor atriz nesta última edição do evento.
O roteiro traz a estória de vida de um famoso jogador de futebol americano, Michael Lewis (vivido por Quinton Aaron) , cuja infância de muita solidão e dor, poderia ter-lhe levado a traçar uma vida de maior tristeza ainda, privações e desprezo, mas que entretanto recebeu da vida uma dádiva de amor, através da pessoa Leigh Anne Tuohy.

Apesar do protagonista ter passado uma infância tão dolorida, sem ter sequer uma cama para dormir, muito menos o aconchego de um lar de paz, o filme conseguiu passar esse histórico de vida de uma forma muito feliz, sem apelação. Nem por isso você deixa de se emocionar e muito menos de aprender com essa lição de amor, que mudou uma vida.
Muitos críticos emitiram opiniões muito negativas sobre o filme. Um por exemplo, comentou que o diretor ficou com receio de colocar o dedo nas feridas, ou seja de mostrar a fundo tudo o que o protagonista viveu, mas sinceramente, a nossa realidade já está tão cruel que achei desnecessário mostrar, uma vez que assistimos esse tipo de coisa diariamente nos telejornais.
Antes a vida imitava a arte e agora acho que a arte está imitando a vida pois é tanta barbare que se vê. Sendo assim, sofrer para que? Vamos ao cinema nos divertir.

Vá conferir e me conte o que achou, caso ainda não o tenha visto.

Beijin

segunda-feira, 8 de março de 2010

Torci e ele ganhou!

Mas é lógico que não foi a minha torcida o fator decisivo para que "Up, Nas alturas" ganhasse o Oscar de melhor animação. O filme é realmente muito bom. Inclusive fiz uma recomendação aqui, em minha modalidade " Filme bom eu indico".
"Up, Nas alturas", de Pete Docter, é de fato lindo! Provoca emoções, permite minutos agradabilíssimos, te levando às alturas. Confira o trailer aqui para ver se voce se anima em assistir ao filme depois, caso já não o tenha feito.

Se você conhece algum filme que vale a pena indicar, me conte porque posso fazer a indicação aqui, com os meus comentários.

Beijin